29 de Maio de 2002
A edição 256 anuncia que a Associação dos Motoristas de Ipê e o CTG Querência de Santa Bárbara adquiriram um área de terras, para cada uma das entidades separadamente, com o objetivo de construir uma sede social para seus associados. O Santa Bárbara irá disponibilizar, além da sede, uma área com mato para acampamento. A sua patronagem está vendendo títulos de Sócio Proprietário a quem estiver interessado em ingressar na sociedade e aproveita a oportunidade para agradecer os sócios fundadores pela ajuda e pelo trabalho a que sempre se dispuseram, contando com a colaboração de todos para a construção a sede social.
Já a Associação dos Motoristas de Ipê, depois de cumprida a meta inicial que era a de adquirir uma área de terra, o presidente Itacir Marcon juntamente com o vice-presidente Raimundo Soso, informam que já iniciaram os trabalhos de terraplenagens para a construção de um campo de futebol sete, e em seguida estarão liberando o espaço para o associado.
"A área com mata nativa, sombra, é própria para o lazer do associado e seus familiares" - comenta Itacir.
A terra adquirida pelas entidades, cada uma com sua divisa, está distante 1 Km do centro de Ipê, na saída para Vacaria em frente a Granja Caríssimi na RS-122.
JornalPrisma256pg1
29 de maio de 2002
20 de maio de 2002
RUA AVELINO FORTUNA
20 de Maio de 2002
Histórico de AVELINO FORTUNA
Filho de Laureano Fortuna e Maria Antunes Maciel Fortuna, nasceu em 04 de janeiro de 1919 em Capão Grande-Vacaria/RS. Órfão de pai e como filho mais valho foi o responsável pelo sustento de sua mãe e encaminhamento de seus cinco Irmãos mais novos. Sem alternativa entre o estudo e o trabalho, precisou deste para o sustento da família, empregando-se numa celaria, primeiro nos Golim em Antônio Prado e depois em Ipê.
Em 1944, o jovem Avelino casou-se com Josefína Reginato, constituindo uma família de seis filhos: Clodoveu, Maria de Lourdes, Laureano, Carlos, Walquiria (falecida com oito dias) e Evandro, para os quais dedicou-se intensamente, oportunizando aos mesmos, o estudo que lhe fora negado ter. Realizava-se ao convidar familiares e amigos para a formatura dos filhos.
Mesmo sem estudo, Avelino tinha espírito empreendedor no campo comercial, muito aguçado e nato, o que o fez dedicar-se a uma "budeguinha" lá pelos anos de 1953, em frente a Igreja Matriz de Ipê, que servia de ponto de refeição matinal após a missa dominical aos fiéis que vinham do interior para celebrações na matriz, onde era servido "bucho, pão e vinho". Nos demais dias da semana atendia no bar e servia refeições às pessoas vindas do interior.
Dois anos depois mudou seu estabelecimento para o centro de Ipê, no local onde hoje existe a praça central em frente ao moinho. Ali prosperou, mantinha boa freguesia, bom atendimento e muitas amizades, ampliando seu prestigio na sociedade local.
Por seu dinamismo, espírito empreendedor, trabalho honesto, persistente, juntamente com sua esposa Josefina, Avelino foi convidado no ano de 1956 a participar como ecônomo de uma entidade social que Maurílio Zanotto, entre outros, estavam criando em Ipê: era o nascimento do Clube Ideal de Ipê.
A história dos primeiros vinte anos do Clube Ideal de Ipê não pode ser contada, sem falar neste homem, que muito contribuiu através de promoções, do crescimento do patrimônio do clube. Muito disposto e com bom relacionamento com pessoas de outras localidades como Vacaria, Caxias do Sul e Antônio Prado, percorria, estes municípios, com o mapa das mesas para vendê-las para os bailes que eram famosos na época, animados por orquestras argentinas, conjunto dos irmãos Bertussi e conjuntos de renome na época. O sucesso destes eventos bem como jantares de casamento e outras festas, devia-se à disponibilidade e visão empresarial do "Nego Avelino", como era conhecido carinhosamente.
Além de uma vida dedicada à família e ao trabalho, mantinha atuante participação comunitária, contribuindo como membro das comissões de igrejas, nas festas paroquiais, bem como, presidindo por vários anos C.P.M da Escola Estadual, hoje denominada Escola Estadual de Educação Básica Frei Casimiro Zaffonato. Também na diretoria da Cooperativa Mista Ipê Ltda.
Ao celebrar as Bodas de Ouro em 1994 sentiu o reconhecimento da comunidade no trabalho gratuito de muitos na realização daquela festa, bem como a presença de amigos e familiares, com a presença de vários padres e o senhor Bispo celebrando a eucaristia. Grande demonstração de respeito e de muito carinho nas homenagens ao casal, também verificados no momento da passagem para a vida espiritual da esposa em 1995 e a sua em 27 de julho de 1996.
Avelino partiu, mas deixa seu exemplo de vida, trabalho honesto, retidão de caráter, de vida partilhada, não só a seus filhos e familiares, mas a toda a comunidade de Ipê.
Associado a tudo isto, jamais esqueceremos que Avelino Fortuna é Pai de Laureano Fortuna, homem que se desfez de parte de sua fazenda, no local denominado "sítio das laranjeiras", oportunizando que os investimentos da Empresa DOUX FRANGOSUL se instalassem em nosso Município. Por isso, nada mais justo esta homenagem das autoridades de Ipê e da municipalidade em geral que quer neste momento, render esta justa homenagem com o nome de seu pai em uma das ruas da cidade de Ipê.
Rua AVELINO FORTUNA, localizada entre a Rua Luiz Augusto Branco, Rua 26 de Maio, terras da Sociedade Literária São Boa Ventura, quadras 60 e 61 descrita por Rua 2 no mapa do loteamento Morada do Ipê com limites descritos pelo decreto nº 475/02 de 20 de maio de 2002.
Pela família
João Fortuna (irmão), Evandro, Clodoveu, Carlos e Laureano (filhos) e Henrique Fortuna (irmão). A família agradece ao Sr. Prefeito Municipal de Ipê Darci Zanotto e vice Vino, aos seus secretários, de um modo especial ao Sr. Onoir Zulianello e todos os vereadores indistintamente que votaram a favor da nominação da rua em homenagem a Avelino Fortuna.
JornalPrisma257pg3
14 de maio de 2002
DOUX/FRANGOSUL INAUGURA UNIDADE
14 de Maio de 2002
Foi inaugurado no dia 14 de maio o primeiro de seis núcleos que a Doux-Frangosul está instalando no município para a produção de aves avós (matrizes) de frango. Cerca de 100 pessoas já estão trabalhando na Granja, instalada na localidade de Porteirinha, que está recebendo o primeiro lote, neste dia 29, de 40 mil aves importadas dos Estados Unidos, a um custo médio de R$ 25 cada.
A Prefeitura de Ipê, segundo o prefeito Darci, investirá entre R$ 300 mil a R$ 500 mil na contrapartida que inclui doação de 10 hectares para o incubatório de matrizes e obras estruturais como eletrificação e perfuração de poços artesianos.
Segundo diretores da empresa há a previsão de se investir R$ 5 milhões além do plantel. Até agora, foram construidos em Ipê dois aviários de 13.680 metros quadrados, automatizados e climatizados. A Doux-Frangosul tem cinco unidades de produção no Brasil e mais de 2,6 mil criadores integrados no Rio Grande do Sul. A empresa investiu quase R$ 100 milhões em 2001 com a expansão das unidades de Passo Fundo e Montenegro.
Em Vacaria o projeto está em andamento. É uma extensão da unidade de Ipê, denominada Granja B, com 300 hectares de extensão.
Estavam presentes da Doux, Charles Doux, e o diretor vice-presidente Doux-Frangosul, Christophe Malik Akli.
JornalPrisma256pg1
Foi inaugurado no dia 14 de maio o primeiro de seis núcleos que a Doux-Frangosul está instalando no município para a produção de aves avós (matrizes) de frango. Cerca de 100 pessoas já estão trabalhando na Granja, instalada na localidade de Porteirinha, que está recebendo o primeiro lote, neste dia 29, de 40 mil aves importadas dos Estados Unidos, a um custo médio de R$ 25 cada.
A Prefeitura de Ipê, segundo o prefeito Darci, investirá entre R$ 300 mil a R$ 500 mil na contrapartida que inclui doação de 10 hectares para o incubatório de matrizes e obras estruturais como eletrificação e perfuração de poços artesianos.
Segundo diretores da empresa há a previsão de se investir R$ 5 milhões além do plantel. Até agora, foram construidos em Ipê dois aviários de 13.680 metros quadrados, automatizados e climatizados. A Doux-Frangosul tem cinco unidades de produção no Brasil e mais de 2,6 mil criadores integrados no Rio Grande do Sul. A empresa investiu quase R$ 100 milhões em 2001 com a expansão das unidades de Passo Fundo e Montenegro.
Em Vacaria o projeto está em andamento. É uma extensão da unidade de Ipê, denominada Granja B, com 300 hectares de extensão.
Estavam presentes da Doux, Charles Doux, e o diretor vice-presidente Doux-Frangosul, Christophe Malik Akli.
JornalPrisma256pg1
15 de janeiro de 2002
NO AR A RÁDIO NATUREZA
15 de Janeiro de 2002
Em fase experimental desde o dia 15 de janeiro, a Rádio Natureza começa a definir programas para preencher o quadro de horários. Segundo Rogério Marcon, que está coordenando os trabalhos técnicos de implantação e treinamento de operadores e
locutores, os programas serão montados a partir do interesse das entidades ou pessoas interessadas em participar da programação. "Sabemos de nossas dificuldades e carências – explica Rogério – pois enfrentamos a concorrência de rádios profissionais com grande penetração em nossa cidade: Mais Nova, Viva, Atlântida, Pop Rock e Solaris. Nosso ponto forte é que ao trabalhar com rádio comunitária, mesmo sendo amador, tratamos do dia a dia de nossa cidade. Temos como finalidade incentivar os talentos e as promoções de nossa localidade".
Nestes primeiros dias de funcionamento da rádio, a liberação do telefone da emissora proporcionou que os ouvintes, em grande número, pudessem participar da programação pedindo músicas e fazendo homenagens. Entre as próximas atrações para conquistar o público, está previsto sorteios de brindes e a possibilidade do ouvinte falar no ar com o locutor.
A emissora é mantida pela Associação Comunitária de desenvolvimento Cultural e Artístico de Ipê (ACOCAI).
Sócios da ACOCAI: Wilso Mussatto, Etelvino Zanotto, Luís Slongo, Olivir Marcon, Rogério Marcon, Valério Marcon, Onoir Zulianello, Darci Zanotto, Noreno Pellin e Darci Mussatto
Programas em andamento

Amanhecer na Querência: com Valério Marcon das 6h às 8h de segunda a sábado. Reprodizido ao meio dia. Tradicionalista.
Gaúcho por Natureza: por Luciano Scopel das 6h às 9h aos domingos. Tradicionalista.
Rock Time: por Carolina Marcon das 20h às 22h de segunda a sábado: Rock nacional e internacional.
Programa do Bóbi: por Rafael Ferreira das 17h às 22h aos domingos. Rock nacional e internacional.
Sábado Animado: por Gustavo Fochezatto das 8h às 11h aos sábados. Músicas sertanejas e gaúchas.
Informativo Natureza: 9h, 11h, 14h, 16h, 18h e 21h. De segundas a sextas. Utilidade pública.
JornalPrisma251pg1

Em fase experimental desde o dia 15 de janeiro, a Rádio Natureza começa a definir programas para preencher o quadro de horários. Segundo Rogério Marcon, que está coordenando os trabalhos técnicos de implantação e treinamento de operadores e
locutores, os programas serão montados a partir do interesse das entidades ou pessoas interessadas em participar da programação. "Sabemos de nossas dificuldades e carências – explica Rogério – pois enfrentamos a concorrência de rádios profissionais com grande penetração em nossa cidade: Mais Nova, Viva, Atlântida, Pop Rock e Solaris. Nosso ponto forte é que ao trabalhar com rádio comunitária, mesmo sendo amador, tratamos do dia a dia de nossa cidade. Temos como finalidade incentivar os talentos e as promoções de nossa localidade".
Nestes primeiros dias de funcionamento da rádio, a liberação do telefone da emissora proporcionou que os ouvintes, em grande número, pudessem participar da programação pedindo músicas e fazendo homenagens. Entre as próximas atrações para conquistar o público, está previsto sorteios de brindes e a possibilidade do ouvinte falar no ar com o locutor.
A emissora é mantida pela Associação Comunitária de desenvolvimento Cultural e Artístico de Ipê (ACOCAI).
Sócios da ACOCAI: Wilso Mussatto, Etelvino Zanotto, Luís Slongo, Olivir Marcon, Rogério Marcon, Valério Marcon, Onoir Zulianello, Darci Zanotto, Noreno Pellin e Darci Mussatto
Programas em andamento

Amanhecer na Querência: com Valério Marcon das 6h às 8h de segunda a sábado. Reprodizido ao meio dia. Tradicionalista.
Gaúcho por Natureza: por Luciano Scopel das 6h às 9h aos domingos. Tradicionalista.
Rock Time: por Carolina Marcon das 20h às 22h de segunda a sábado: Rock nacional e internacional.
Programa do Bóbi: por Rafael Ferreira das 17h às 22h aos domingos. Rock nacional e internacional.
Sábado Animado: por Gustavo Fochezatto das 8h às 11h aos sábados. Músicas sertanejas e gaúchas.
Informativo Natureza: 9h, 11h, 14h, 16h, 18h e 21h. De segundas a sextas. Utilidade pública.
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11 de janeiro de 2002
DOUX/FRANGOSUL ANUNCIA INVESTIMENTO EM IPÊ
11 de Janeiro de 2002
JornalPrisma250pg1
O prefeito Darci Zanotto assinou o Termo de Compromisso com a Doux/Frangosul para implementação do projeto na área de matrizes (aves avós). O empreendimento será construído numa área de 300 hectares, adquiridos pela empresa. A prefeitura se compromete pelo acordo em doar 10 hectares à empresa além da infraestrutura.
JornalPrisma250pg1
9 de dezembro de 2001
14º ANIVERSÁRIO DE IPÊ
09 de Dezembro de 2001


JornalPrisma249pg3
A Ronda da Cidadania, promovida pelo Poder Judiciário e Prefeitura Municipal, com o apoio de diversas entidades do município, fez parte e abriu a 14ª Semana do Município. A abertura oficial aconteceu no palco montado ao lado da Igreja Matriz, no dia 8, com o pronunciamento do Prefeito Municipal, Darci Zanotto. Durante a programação, na Ronda da Cidadania, foram prestados serviços à comunidade como a confecção de Carteiras de Identidade, CPF, medição de pressão arterial e orientação sobre os temas em que as entidades estão envolvidas. A 1ª Feira do Livro fez parte do evento com a presença dos escritores: Luiz Carlos de Lucena, Dilan Camargo e João Carlos Paixão Côrtes. No final da tarde, o Grupo Pampa do Rio Grande e Paixão Côrtes encerraram as atividades com um show tradicionalista e apresentação de danças folclóricas.
A programação teve continuidade no domingo, dia 9, com o encontro da família do músico Moisés Mondadori, oportunizando o resgate oral e histórico deste importante expoente da música gaúcha. Marcaram presença neste encontro, entre outras autoridades e descendentes do artista, o presidente em exercício da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul, Edivar Francisco Appio, o presidente da Assembléia Legislativa de Santa Catarina, o ipeense Afonso Agostini, o pesquisador e historiador João Carlos Paixão Côrtes (foto), professor da

UCS Normélio Zanotto e o professor da Universidade de Santa Catarina Ademir José Mondadori. O evento aconteceu no Clube Ideal com depoimentos, almoço e entrevistas buscando mais informações sobre o acordeonista.
Prosseguindo a programação da Semana do Município, foi realizado um ciclo de palestras com o especialista em psicopedagogia, Selmiro Paulo Wolfarth, na sede do município e distritos, abordando assuntos relacionados à auto-estima, sexualidade, limites, alcoolismo e drogatização.
O encerramento da 14ª Semana do Município aconteceu no dia 15 com a abertura oficial do 8º Rodeio Crioulo de Ipê, no parque de Rodeios do CTG Tronco do Ipê, que durante os dois dias reuniu um grande número de tradicionalistas de diversas cidades da região.
Cavaleiro Moisé

Segundo o pesquisador do nosso folclore musicoreográfico, João Carlos Paixão Côrtes, Moisés Mondadori foi um dos primeiros intérpretes a gravar pelo selo "Casa A Elétrica" solos de acordeão, e que produziu, posteriormente, gravações das primeiras músicas tidas de caráter folclórico do Rio Grande do Sul, tais como Boi Barroso, Trovas Gaúchas, A Chegada dos Três Reis, Anu, etc sob o título 'Cantos Rio Grandenses' (fonte Músicas, Discos e Cantares - Fonografia Rio-grandense), isso entre os anos de 1910 e 1915, o que lhe valeu o título de Maestro Cavaleiro Moisé Mondadori. Paixão Côrtes manteve seu primeiro contato com Moisés Mondadori em 1972, em sua residência na Linha Virgínia, interior de Ipê.
Segundo a secretária de educação Leniza M. Guerra, é intenção do Poder Público incentivar a criação da Fundação Moisés Mondadori, que seria responsável pela guarda de todo o acervo histórico e cultural envolvendo o artista.
1 de dezembro de 2001
ACISA COMEMORA 10 ANOS
01 de Dezembro de 2001
Para comemorar os 10 anos de fundação da AICI (ACISA), a entidade organizou uma festa, para mais de 300 pessoas, com jantar e baile no dia 1º de dezembro no Clube Ideal. Na oportunidade foram lembrados os motivos que levaram a criação da entidade: incêndios nas empresas Irmãos Zanotto e Móveis Ipê, todas as diretorias que se passaram e foi prestada uma homenagem às empresas com mais de 25 anos de fundação com o troféu AICI 10 anos. Uma menção honrosa foi dada ao Clube Ideal e à 1ª diretoria.
O baile foi animado pelo Musical Caravelle de Porto Alegre, que apresentou um repertório bastante diversificado de músicas.
Empresas homenageadas
Posto Varaschin - Oficina São Luiz - Irmãos Zanotto - Artefatos de Vimes Nadal - Ind. Vidros Marcon - Vidraria Vipe - Coop. Agropecuária Ipê - Supermercado Ipesul - Supermercado Ceron - Loja Cecatto - Domingos Pichetti - Wilson Mussato
Rogério Marcon - 1º Presidente da AICI
JornalPrisma248pg1
Para comemorar os 10 anos de fundação da AICI (ACISA), a entidade organizou uma festa, para mais de 300 pessoas, com jantar e baile no dia 1º de dezembro no Clube Ideal. Na oportunidade foram lembrados os motivos que levaram a criação da entidade: incêndios nas empresas Irmãos Zanotto e Móveis Ipê, todas as diretorias que se passaram e foi prestada uma homenagem às empresas com mais de 25 anos de fundação com o troféu AICI 10 anos. Uma menção honrosa foi dada ao Clube Ideal e à 1ª diretoria.
O baile foi animado pelo Musical Caravelle de Porto Alegre, que apresentou um repertório bastante diversificado de músicas.
Empresas homenageadas
Posto Varaschin - Oficina São Luiz - Irmãos Zanotto - Artefatos de Vimes Nadal - Ind. Vidros Marcon - Vidraria Vipe - Coop. Agropecuária Ipê - Supermercado Ipesul - Supermercado Ceron - Loja Cecatto - Domingos Pichetti - Wilson Mussato
Opinião
Uma década de conquistas
De fruto, passou a semente e germinou, dando novos frutos. Assim pode ser resumidos os 10 anos de Associação Industrial Comercial, Serviços e Agricultura de Ipê, completados no dia 22 de novembro próximo passado. Nesta década de existência, a entidade teve participação decisiva no crescimento da cidade.
Ainda Vila Ipê, a infra-estrutura era precária: estradas de chão, telefonia por meio de central telefônica, falta de água dificultavam a vida das pessoas e das empresas existentes, inviabilizando a instalação de novos investimentos econômicos na comunidade.
A emancipação política veio em 1987, dando autonomia política ao município e um novo impulso à economia local.
Nas dificuldades surgem as grandes idéias e os vencedores. Se não bastasse o aumento na produção agrícola e um considerável número de pequenos e promissores estabelecimentos comerciais e industriais, foi depois de um incêndio que surgiu a idéia de criar uma entidade que zelasse pelos interesses dos empresários e tivesse participação efetiva em suas reivindicações.
Assim, em 22 de novembro de 1991, numa reunião realizada na Câmara de Vereadores nasceu a Associação Industrial, Comercial e Serviços de Ipê. Com a presença de comerciantes, industrialistas e representantes da Associação Industrial e Comercial de Antônio Prado, uma comissão foi formada para fazer um estudo sobre a viabilidade da entidade e os motivos para sua criação.
A principal reivindicação no início era a instalação de hidrantes e corpo de bombeiros (estatisticamente inviáveis segundo dados do Corpo de Bombeiros de Caxias do Sul).
Com força política, a associação teve papel decisivo no desenvolvimento de Ipê. Conseguiu em conjunto com o poder público municipal, trazer o telefone com Discagem Direta, o asfaltamento da RS 122 entre outras conquistas.
Tão importante quanto manter vivos os laços do passado, lembrados com festejo, e preparar as empresas para o futuro é a identificação da AICI com a população. Essa convergência de interesses tonará Ipê cada vez mais forte e melhor para viver.
De fruto, passou a semente e germinou, dando novos frutos. Assim pode ser resumidos os 10 anos de Associação Industrial Comercial, Serviços e Agricultura de Ipê, completados no dia 22 de novembro próximo passado. Nesta década de existência, a entidade teve participação decisiva no crescimento da cidade.
Ainda Vila Ipê, a infra-estrutura era precária: estradas de chão, telefonia por meio de central telefônica, falta de água dificultavam a vida das pessoas e das empresas existentes, inviabilizando a instalação de novos investimentos econômicos na comunidade.
A emancipação política veio em 1987, dando autonomia política ao município e um novo impulso à economia local.
Nas dificuldades surgem as grandes idéias e os vencedores. Se não bastasse o aumento na produção agrícola e um considerável número de pequenos e promissores estabelecimentos comerciais e industriais, foi depois de um incêndio que surgiu a idéia de criar uma entidade que zelasse pelos interesses dos empresários e tivesse participação efetiva em suas reivindicações.
Assim, em 22 de novembro de 1991, numa reunião realizada na Câmara de Vereadores nasceu a Associação Industrial, Comercial e Serviços de Ipê. Com a presença de comerciantes, industrialistas e representantes da Associação Industrial e Comercial de Antônio Prado, uma comissão foi formada para fazer um estudo sobre a viabilidade da entidade e os motivos para sua criação.
A principal reivindicação no início era a instalação de hidrantes e corpo de bombeiros (estatisticamente inviáveis segundo dados do Corpo de Bombeiros de Caxias do Sul).
Com força política, a associação teve papel decisivo no desenvolvimento de Ipê. Conseguiu em conjunto com o poder público municipal, trazer o telefone com Discagem Direta, o asfaltamento da RS 122 entre outras conquistas.
Tão importante quanto manter vivos os laços do passado, lembrados com festejo, e preparar as empresas para o futuro é a identificação da AICI com a população. Essa convergência de interesses tonará Ipê cada vez mais forte e melhor para viver.
Rogério Marcon - 1º Presidente da AICI
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